segunda-feira, 30 de Abril de 2007

THE CALL!





DEFTONES LYRICS - Pink Cellphone

[Annie:]
Belief in the one true power

[Chino:]
Can't stop the sound
Can't... you?
Can't stop the sound
Can't, stop the sound
I can't stop you

[Annie:]
Axe your eyes let the tape roll
Cuz your gonna get sexy
Thats right, now come on
Cuz you wanna get sexy
Thats right, move on
Cause your gonna get sexy
Thats right, come on
Cause you wanna get sexy
Come on
Axe your heart, let the tape roll

Belief in the one true power

[Chino:]
Can't stop the sound
Can't you?
Can't stop the sound
I can't stop you.

[Annie:]
Axe your eyes, let the tape roll
But your gonna get sexy
Thats right come on
Cause you wanna get sexy
Thats right, move on
Cause your gonna get sexy
Thats right, come on

Axe your eyes, I'll tell you it:

Slowly your troubles continue to multiply and to grow as a direct result of your being misguided,
Decieved, misdirected or fooled.
All of these are variations of the basic ego-gloried-live them in which you follow the gospel truth.
Ahhhh...
Oohhh...
Persuing the wrong ideals and goals that lead you into sickness, into (god),
And from this sickness comes the belief in the one true power
That cure that promised to erase the symptoms that stood between you and your goal
That's seductive to hear that offered releif and comfort without disturbing the faulty system of your
Beliefs, the belief in the one true power, forever and ever, one nation, under (god)...
The father, the son, and the holy (spirit)...
In jesus name,
Amen...

Greasy filthy hand jobs in truckstop restrooms
Hot carling, all over the place ( )
Hot Carling, ( )
I turned that into a verb, i hope you apreciate it
Carling, Hot Carling Academy, its a school where you go to learn how to buttfuck
They dont have blowjobs there because they are uncircumsized
And that is just disgusting so they have to buttfuck
Which is also disgusting because that extra forskin traps all the germs
And the poop, and the buttfucking residue within
And that is why british people have bad teeth, amen.


BOM INÍCIO DE SEMANA PARA TODOS
!

BEIJOS DOCES...

CALL ME OR CALL GOD! (pode ser que o diabo atenda!)

domingo, 29 de Abril de 2007

Nituche:









E depois...


As músicas que aqueceram a noite farense ...lolol... ;)
Para mais tarde recordar... Um brinde aos presentes!
Sem ressaca... mas só voltei à realidade agora...
Bom resto de domingo... :)



ps: guardei aquele presente rasgado! Ai ai... SEX BOMB! LOL



ps: memorável... Sempre adorei esta música e em todas as suas versões...Sweet dreams! ;)



ps: soube-me muito bem re-ouvir esta música... grande energia!



ps: A hora de partir... até ao outro dia!

I FEEL FREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!!!


;)


beijos a todos :)
FOTO: autor desconhecido!

sábado, 28 de Abril de 2007

Diluindo as mágoas em ABSINTO...a Fada Verde:




Absinto (também conhecido por losna ou sintro) é um dos nomes vulgares da Artemisia absinthium L., Asteraceae (Compositae).
lê mais AQUI!
Preparar o Absinto:
Coloca-se o absinto puro no copo, um cubo de açúcar sobre a colher à boca do copo, derramando água bem gelada sobre a colher, dissolvendo o açúcar e o misturando à bebida, causando o efeito louche (”tornar opaco”), como na ilustração acima.
[Existem copos e colheres especiais para se fazer a mistura.]
ps: e é o que eu vou fazer esta noite... Vou sair pela noite bem bebida... rir e brindar a esta nova vida! É hora de começar a viver!!! ;)
Beijos grandes e HAVE A BIG FUN!


"The Devil in The Flesh", by Andre Robert de Ner


no more comments!
(clika na imagem!)

sexta-feira, 27 de Abril de 2007

quinta-feira, 26 de Abril de 2007

There is no love here and there is no pain...



Every Day Is Exactly The Same

II just do what I've been told
I really don't want them to come around believe I can see the future
Cause I repeat the same routine
I think I used to have a purpose
But then again
That might have been a dream
I think I used to have a voice
Now I never make a sound


Oh, no

Every day is exactly the same
Every day is exactly the same
There is no love here and there is no pain
Every day is exactly the same

I can feel their eyes are watching
In case I lose myself again
Sometimes I think I'm happy here
Sometimes, yet I still pretend
I can't remember how this got started
But I can tell you exactly how it will end

I'm writing on a little piece of paper
I'm hoping someday you might find
Well I'll hide it behind something
They won't look behind
I'm still inside here
A little bit comes bleeding through
I wish this could have been any other way
But I just don't know, I don't know what else I can do


Dedico-te esta música... sei que gostas e eu também... até qualquer dia! beijos...
A VIDA É BELA, O HOMEM É QUE DÁ CABO DELA!
Há momentos em que a dor atinge limites...
que nos joga para um abismo...
mas
muitas vezes esse abismo é necessário
para
se encontrar a luz perdida...
Não quero continuar a auto-destruir-me!
Quero levar a minha vida em frente...
Ultrapassar o que me perturba...
Preciso do meu tempo, do meu espaço...
preciso de silêncio!
Não quero sofrer mais,
porque não mereço!
Tenho a minha luz perto de mim...
e já não a vou apagar, vou agarrá-la!
Certos acontecimentos fazem-nos ver
que idealizamos um sentimento,
uma pessoa...
que vimos amizade...
que vimos amor...
...
mas já não sabemos o que vimos!
Preciso de mim...
de
me
revitalizar interiormente...
sacudir os cabelos violentamente
e deixar que as mágoas desaparecam...
porque tudo isto está a fazer-me mal...
preciso do silêncio!
...
sofri por um motivo mt forte que me devastou,
hoje sofro de novo por outro motivo devastador...
um motivo injusto,
mas esta é a última vez!
Porque tenho muitos defeitos mas não sou injusta...
porque se as promessas feitas não se cumprem,
quem sou eu para continuar a tentar cumprir,
aquilo que já foi violado,
por isso não cumprido!
:(
Beijos e desculpem o desabafo!
Hoje, vida nova...
chorei tudo ontem...
e não o vou voltar a fazer...
Voltarei a fazê-lo por situações que mereçam o meu plangor,
esta, já não merece!
Porque eu mereço estar bem e ser feliz...
não quero, nem mereço esta inimizade!
:(
até amanhã!

quarta-feira, 25 de Abril de 2007



As Portas que Abril Abriu de José Carlos Ary dos Santos


Era uma vez um país
onde entre o mar e a guerra
vivia o mais infeliz
dos povos à beira-terra.
Onde entre vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
um povo se debruçava
como um vime de tristeza
sobre um rio onde mirava
a sua própria pobreza.

Era uma vez um país
onde o pão era contado
onde quem tinha a raiz
tinha o fruto arrecadado
onde quem tinha o dinheiro
tinha o operário algemado
onde suava o ceifeiro
que dormia com o gado
onde tossia o mineiro
em Aljustrel ajustado
onde morria primeiro
quem nascia desgraçado.


Era uma vez um país
de tal maneira explorado
pelos consórcios fabris
pelo mando acumulado
pelas ideias nazis
pelo dinheiro estragado
pelo dobrar da cerviz
pelo trabalho amarrado
que até hoje já se diz
que nos tempos do passado
se chamava esse país
Portugal suicidado.

Ali nas vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
vivia um povo tão pobre
que partia para a guerra
para encher quem estava podre
de comer a sua terra.

Um povo que era levado
para Angola nos porões
um povo que era tratado
como a arma dos patrões
um povo que era obrigado
a matar por suas mãos
sem saber que um bom soldado
nunca fere os seus irmãos.

Ora passou-se porém
que dentro de um povo escravo
alguém que lhe queria bem
um dia plantou um cravo.

Era a semente da esperança
feita de força e vontade
era ainda uma criança
mas já era a liberdade.

Era já uma promessa
era a força da razão
do coração à cabeça
da cabeça ao coração.
Quem o fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão.

Esses que tinham lutado
a defender um irmão
esses que tinham passado
o horror da solidão
esses que tinham jurado
sobre uma côdea de pão
ver o povo libertado
do terror da opressão.

Não tinham armas é certo
mas tinham toda a razão
quando um homem morre perto
tem de haver distanciação

uma pistola guardada
nas dobras da sua opção
uma bala disparada
contra a sua própria mão
e uma força perseguida
que na escolha do mais forte
faz com que a força da vida
seja maior do que a morte.

Quem o fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão.

Posta a semente do cravo
começou a floração
do capitão ao soldado
do soldado ao capitão.

Foi então que o povo armado
percebeu qual a razão
porque o povo despojado
lhe punha as armas na mão.

Pois também ele humilhado
em sua própria grandeza
era soldado forçado
contra a pátria portuguesa.

Era preso e exilado
e no seu próprio país
muitas vezes estrangulado
pelos generais senis.

Capitão que não comanda
não pode ficar calado
é o povo que lhe manda
ser capitão revoltado
é o povo que lhe diz
que não ceda e não hesite
– pode nascer um país
do ventre duma chaimite.

Porque a força bem empregue
contra a posição contrária
nunca oprime nem persegue
– é força revolucionária!

Foi então que Abril abriu
as portas da claridade
e a nossa gente invadiu
a sua própria cidade.

Disse a primeira palavra
na madrugada serena
um poeta que cantava
o povo é quem mais ordena.

E então por vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
desceram homens sem medo
marujos soldados «páras»
que não queriam o degredo
dum povo que se separa.
E chegaram à cidade
onde os monstros se acoitavam
era a hora da verdade
para as hienas que mandavam
a hora da claridade
para os sóis que despontavam
e a hora da vontade
para os homens que lutavam.

Em idas vindas esperas
encontros esquinas e praças
não se pouparam as feras
arrancaram-se as mordaças
e o povo saiu à rua
com sete pedras na mão
e uma pedra de lua
no lugar do coração.

Dizia soldado amigo
meu camarada e irmão
este povo está contigo
nascemos do mesmo chão
trazemos a mesma chama
temos a mesma ração
dormimos na mesma cama
comendo do mesmo pão.
Camarada e meu amigo
soldadinho ou capitão
este povo está contigo
a malta dá-te razão.

Foi esta força sem tiros
de antes quebrar que torcer
esta ausência de suspiros
esta fúria de viver
este mar de vozes livres
sempre a crescer a crescer
que das espingardas fez livros
para aprendermos a ler
que dos canhões fez enxadas
para lavrarmos a terra
e das balas disparadas
apenas o fim da guerra.

Foi esta força viril
de antes quebrar que torcer
que em vinte e cinco de Abril

fez Portugal renascer.

E em Lisboa capital
dos novos mestres de Aviz
o povo de Portugal
deu o poder a quem quis.

Mesmo que tenha passado
às vezes por mãos estranhas
o poder que ali foi dado
saiu das nossas entranhas.
Saiu das vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
onde um povo se curvava
como um vime de tristeza
sobre um rio onde mirava
a sua própria pobreza.

E se esse poder um dia
o quiser roubar alguém
não fica na burguesia
volta à barriga da mãe.
Volta à barriga da terra
que em boa hora o pariu
agora ninguém mais cerra
as portas que Abril abriu.

Essas portas que em Caxias
se escancararam de vez
essas janelas vazias
que se encheram outra vez
e essas celas tão frias
tão cheias de sordidez
que espreitavam como espias
todo o povo português.

Agora que já floriu
a esperança na nossa terra
as portas que Abril abriu
nunca mais ninguém as cerra.

Contra tudo o que era velho
levantado como um punho
em Maio surgiu vermelho
o cravo do mês de Junho.

Quando o povo desfilou
nas ruas em procissão
de novo se processou
a própria revolução.

Mas eram olhos as balas
abraços punhais e lanças
enamoradas as alas
dos soldados e crianças.

E o grito que foi ouvido
tantas vezes repetido
dizia que o povo unido
jamais seria vencido.

Contra tudo o que era velho
levantado como um punho
em Maio surgiu vermelho
o cravo do mês de Junho.

E então operários mineiros
pescadores e ganhões
marçanos e carpinteiros
empregados dos balcões
mulheres a dias pedreiros
reformados sem pensões
dactilógrafos carteiros
e outras muitas profissões
souberam que o seu dinheiro
era presa dos patrões.

A seu lado também estavam
jornalistas que escreviam
actores que se desdobravam
cientistas que aprendiam
poetas que estrebuchavam
cantores que não se vendiam
mas enquanto estes lutavam
é certo que não sentiam
a fome com que apertavam
os cintos dos que os ouviam.

Porém cantar é ternura
escrever constrói liberdade
e não há coisa mais pura
do que dizer a verdade.

E uns e outros irmanados
na mesma luta de ideais
ambos sectores explorados
ficaram partes iguais.

Entanto não descansavam
entre pragas e perjúrios
agulhas que se espetavam
silêncios boatos murmúrios
risinhos que se calavam
palácios contra tugúrios
fortunas que levantavam
promessas de maus augúrios
os que em vida se enterravam
por serem falsos e espúrios
maiorais da minoria
que diziam silenciosa
e que em silêncio fazia
a coisa mais horrorosa:
minar como um sinapismo
e com ordenados régios
o alvor do socialismo
e o fim dos privilégios.

Foi então se bem vos lembro
que sucedeu a vindima
quando pisámos Setembro
a verdade veio acima.

E foi um mosto tão forte
que sabia tanto a Abril
que nem o medo da morte
nos fez voltar ao redil.

Ali ficámos de pé
juntos soldados e povo
para mostrarmos como é
que se faz um país novo.

Ali dissemos não passa!
E a reacção não passou.
Quem já viveu a desgraça
odeia a quem desgraçou.

Foi a força do Outono
mais forte que a Primavera
que trouxe os homens sem dono
de que o povo estava à espera.

Foi a força dos mineiros
pescadores e ganhões
operários e carpinteiros
empregados dos balcões
mulheres a dias pedreiros
reformados sem pensões
dactilógrafos carteiros
e outras muitas profissões
que deu o poder cimeiro
a quem não queria patrões.

Desde esse dia em que todos
nós repartimos o pão
é que acabaram os bodos
— cumpriu-se a revolução.

Porém em quintas vivendas
palácios e palacetes
os generais com prebendas
caciques e cacetetes
os que montavam cavalos
para caçarem veados
os que davam dois estalos
na cara dos empregados
os que tinham bons amigos
no consórcio dos sabões
e coçavam os umbigos
como quem coça os galões
os generais subalternos
que aceitavam os patrões
os generais inimigos
os generais garanhões
teciam teias de aranha
e eram mais camaleões
que a lombriga que se amanha
com os próprios cagalhões.
Com generais desta apanha
já não há revoluções.

Por isso o onze de Março
foi um baile de Tartufos
uma alternância de terços
entre ricaços e bufos.

E tivemos de pagar
com o sangue de um soldado
o preço de já não estar
Portugal suicidado.

Fugiram como cobardes
e para terras de Espanha
os que faziam alardes
dos combates em campanha.

E aqui ficaram de pé
capitães de pedra e cal
os homens que na Guiné
aprenderam Portugal.

Os tais homens que sentiram
que um animal racional
opõe àqueles que o firam
consciência nacional.

Os tais homens que souberam
fazer a revolução
porque na guerra entenderam
o que era a libertação.

Os que viram claramente
e com os cinco sentidos
morrer tanta tanta gente
que todos ficaram vivos.

Os tais homens feitos de aço
temperado com a tristeza
que envolveram num abraço
toda a história portuguesa.

Essa história tão bonita
e depois tão maltratada
por quem herdou a desdita
da história colonizada.

Dai ao povo o que é do povo
pois o mar não tem patrões.
– Não havia estado novo
nos poemas de Camões!

Havia sim a lonjura
e uma vela desfraldada
para levar a ternura
à distância imaginada.

Foi este lado da história
que os capitães descobriram
que ficará na memória
das naus que de Abril partiram

das naves que transportaram
o nosso abraço profundo
aos povos que agora deram
novos países ao mundo.

Por saberem como é
ficaram de pedra e cal
capitães que na Guiné
descobriram Portugal.

E em sua pátria fizeram
o que deviam fazer:
ao seu povo devolveram
o que o povo tinha a haver:
Bancos seguros petróleos
que ficarão a render
ao invés dos monopólios
para o trabalho crescer.
Guindastes portos navios
e outras coisas para erguer
antenas centrais e fios
dum país que vai nascer.

Mesmo que seja com frio
é preciso é aquecer
pensar que somos um rio
que vai dar onde quiser

pensar que somos um mar
que nunca mais tem fronteiras
e havemos de navegar
de muitíssimas maneiras.

No Minho com pés de linho
no Alentejo com pão
no Ribatejo com vinho
na Beira com requeijão
e trocando agora as voltas
ao vira da produção
no Alentejo bolotas
no Algarve maçapão
vindimas no Alto Douro
tomates em Azeitão
azeite da cor do ouro
que é verde ao pé do Fundão
e fica amarelo puro
nos campos do Baleizão.
Quando a terra for do povo
o povo deita-lhe a mão!

É isto a reforma agrária
em sua própria expressão:
a maneira mais primária
de que nós temos um quinhão
da semente proletária
da nossa revolução.

Quem a fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão.

De tudo o que Abril abriu
ainda pouco se disse
um menino que sorriu
uma porta que se abrisse
um fruto que se expandiu
um pão que se repartisse
um capitão que seguiu
o que a história lhe predisse
e entre vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
um povo que levantava
sobre um rio de pobreza
a bandeira em que ondulava
a sua própria grandeza!
De tudo o que Abril abriu
ainda pouco se disse
e só nos faltava agora
que este Abril não se cumprisse.
Só nos faltava que os cães
viessem ferrar o dente
na carne dos capitães
que se arriscaram na frente.

Na frente de todos nós
povo soberano e total
que ao mesmo tempo é a voz
e o braço de Portugal.

Ouvi banqueiros fascistas
agiotas do lazer
latifundiários machistas
balofos verbos de encher
e outras coisas em istas
que não cabe dizer aqui
que aos capitães progressistas
o povo deu o poder!
E se esse poder um dia
o quiser roubar alguém
não fica na burguesia
volta à barriga da mãe!
Volta à barriga da terra
que em boa hora o pariu
agora ninguém mais cerra
as portas que Abril abriu!


Lisboa, Julho-Agosto de 1975


ps: sem mais palavras... BOM FERIADO!
beijos

terça-feira, 24 de Abril de 2007

WRAPPED IN PLASTIC












FOTOS BY LILIS

DIE FORM (videos):

The Hidden Cage



Spiral



Duality



Akuma 3




no comments!

HOJE, UM "POST" AZUL...
...Beijo



Air - Suicide Underground Lyrics

Everyone dated the demise of our neighborhood from the suicide of the Lisbon girls.
People saw their clairvoyance in the wiped-out elms and harsh sunlight.
Some thought the torture tearing the Lisbon girls pointed to a simple refusal to accept the world as it was handed down to them:
So full of flaws.
But the only thing we are certain of after all these years is the insufficiency of explanations.

"Obviously doctor, you've never been a thirteen year-old girl."

The Lisbon girls were 13, Cecile, 14, Lux, 15, Bonnie, 16, Mary, and 17, Therese.
No one could understand how Mrs. Lisbon and Mr. Lisbon, a math teacher, had produced such beautiful creatures.

From that time one, the Lisbon house began to change.
Almost every day, and even when she wasn't keeping an eye on Cecilia,
Lux would suntan on her towel wearing a swimsuit that caused the knife-sharpener to give her a 15-minute demonstration for free.

The only reliable boy who got to know Lux was Trip Fontaine
For only 18 months before the suicides had emerged from baby fat
To the delight of girls and mothers alike.

But few anticipated it would be so drastic.
The girls were pulled out of school, and Mrs. Lisbon shut the house for maximum security isolation.
The girls' only contact to the outside world was through the catalogs
They ordered that started to fill the Lisbon's mailbox with pictures of high-end fashions and brochures for exotic vacations.
Unable to go anywhere, the girls traveled in their imaginations:
To gold-tipped Siamese temples or past an old man, the leaf broom tidying the [Maw's] carpeted [speck] of Japan (???).
And Cecelia hadn't died.She was a bride in Calcutta.

Collecting everything we could of theirs, we couldn't get the Lisbon girls out of our minds, but they were slipping away.
The colors of their eyes were fading, along with exact locations of moles and dimples.
From five, they had become four, and they were all (the living and the dead), become shadows.
We would have lost them completely if the girls hadn't contacted us.

Lux was the last to go.
Fleeing from the house, we forgot to stop at the garage.
After the suicide free-for-all, Mr. and Mrs. Lisbon gave up any attempt to lead a normal life.
They had Mr. Henry pack up the house, selling what furniture he could at a garage sale.
Everyone went just to look.
Our parents did not buy used furniture, and they certainly didn't buy furniture tainted by death.
We of course took the family photos that were put out with the trash.
Mr. Lisbon put the house on the market, and it was sold to a young couple from Boston.

It didn't matter in the end how old they had been, or that they were girls.
But only that we had loved them, and that they hadn't heard us call; still did not hear us.
Calling out of those rooms where they went to be alone for all time, alone in suicide.
Which is deeper than death, and where we will never find the pieced to put them back together.


ps: foto de autor desconhecido!

segunda-feira, 23 de Abril de 2007


TAROT

tirei A ESTRELA:

The Star depicts hope for better things, and promising opportunities. It is about your dreams and your wishes. This card represents the first step on the right path, but it must be accompanied by action for it to be a true success. A new cycle is beginning. You are on the right track.
It is a card of inspiration, encouragement and rejuvenation, especially after a trying or traumatic time. It’s telling you to take a deep breath and draw inspiration from the natural beauty around you.
It also has an astrological tinge to it. It speaks of the influence of the heavens on one’s life. It’s a calmness that lets you connect to the universe in a free flow of energy. It’s a restoration of order and peace.



Bewitching Ways outras cartas, bruxarias e tretas dessas!)
UM BOM INÍCIO DE SEMANA PARA TODOS!
BEIJOS.
Thinking. Way to Go.
By Daniela Castilho


You don’t try to photograph the reality, you try to photograph the photograph of the reality.
- Stanley Kubrick
I am a reflection photographing other reflections within a reflection. To photograph reality is to photograph nothing.
- Duane Michals


Quadríptico: Luzes e Lunares

by Daniela Castilho



I believe in the imagination. What I cannot see is infinitely more important than what I can see.
- Duane Michals

domingo, 22 de Abril de 2007


Quando a luz chegar quero que todos os ventos se encerrem em mim...

Que a luz brilhe sob a minha pele...

Que uma energia, faça o meu coração bater...

Que a pele se desprenda... e que o meu corpo não se arraste para um qualquer sotão da vida...
QUE VIVA FINALMENTE!
PRECISO DA MINHA LUZ!
Ontem disseram-me isto:
proíbe-te a ti mesma de não andares "espantada de viver"!
(Adorei! Vou tentar levar esta frase a sério. Pelo meu próprio bem... e quem sabe a Polónia seja o meu próximo destino!)
ps: foto encontrada na net!
ps: Até encontrar a minha luz perdida, contorno a minha situação... com algum desespero... e calma nas horas vagas da minha tristeza.

... bem, adorei o "prémio" Segura de Mim (Preencher o Vazio), obrigado e obrigado pelo apoio e pelas palavras sempre agradáveis que me deixas em comentários por esta Madrugada! :)))...
A escolha foi muito difícil por ser bastante limitada... aos links que aqui tenho e que também adoro, peço desculpa... mas só posso citar 5 e é o que farei:
Thunder : Sentir com as Palavras, a sensibilidade e a amizade ;)
Raul: Plingrafias, as imagens que gosto de ver reflectidas nos meus olhos... ;)
A: Psicologias da Treta, sempre "post's" magníficos ;)
A Chama e O Sangue: Em chamas. Em sangue. O olhar. , a arte, imagem texto em harmonia... lindo! ;)
MNN: Pulsar Daqui, "post's" muito interessantes... ;)
[...as regras são simples, é só colocar o logotipo do thinking blogger no vosso espaço e indicar os vossos cinco escolhidos. divirtam-se!]
BEIJOS A TODOS os que referi, e aos que não referi, que visito, comento e manifesto o meu agrado.
Obrigado pelos comments...
e pelas visitas e tenham um bom domingo!
até já...

sábado, 21 de Abril de 2007


Foto de Fernando Figueiredo,
Retorno-II-Buscando a Luz.


Longe de ti


XXXI

Longe de ti, se escuto, porventura,
Teu nome, que uma boca indiferente
Entre outros nomes de mulher murmura,
Sobe-me o pranto aos olhos, de repente...

Tal aquele, que, mísero, a tortura
Sofre de amargo exílio, e tristemente
A linguagem natal, maviosa e pura,
Ouve falada por estranha gente...

Porque teu nome é para mim o nome
De uma pátria distante e idolatrada,
Cuja saudade ardente me consome:

E ouvi-lo é ver a eterna primavera
E a eterna luz da terra abençoada,
Onde, entre flores, teu amor me espera.

(Olavo Bilac)


ps: BOM FDS!

beijos a todos.

ps: parabéns PAI!
ps: a quem é que eu estou a enganar com tão bonito "post"?! A vida meus caros, ou pelo menos a minha vida, é uma MERDA!!!! Estou farta disto!

sexta-feira, 20 de Abril de 2007

quinta-feira, 19 de Abril de 2007


I LOST MY FIRE!
PS: FOTO duma estrela: NASA.

Puro génio...Amadeo de Souza-Cardoso:







ps: Assisti hoje, a um seminário sobre ARTE PORTUGUESA DO séc.XX, dado pelo professor Rui Mário Gonçalves...
Amadeo não é um artísta!
(essa designação dá-me comichão...grrr, lol)
É um génio!
A sua expressão excita-me a vontade de saber qual a sua verdadeira fonte de inspiração... pois a sua sensibilidade entendo-a...
Seguindo passos de outros... seguindo mais perto do povo... a cor de Amadeo! As curvas dos seus desenhos, os seus pretos como fundo...como contorno... adoro!
Enfim, foi proveitoso mas fiquei ansiosa pela próxima palestra... soube-me a pouco!!! :(
ps: O Nituche está bem... a fazer sempre das suas... mas é uma graça e mt esperto, aprende com facilidade :)
ps: a mha tattoo é realmente um pentáculo (embora disfarçado, sem as habituais linhas internas, de ponta para cima, pois procuro uma serenidade espiritual que perdi ou nunca tive... mas continuo a acreditar na matéria sobre o espírito!)
beijos a todos...
tenham um bom serão...
até amanhã!
Obrigado! :)))

terça-feira, 17 de Abril de 2007

A minha primeira tatuagem:






ps: Não doeu NADA!


FOTOS BY LILIS


BSO em três versões diferentes:



...



...




Personal Jesus lyric

Your own personal jesus
Someone to hear your prayers
Someone who cares
Your own personal jesus
Someone to hear your prayers
Someone whos there

Feeling unknown
And youre all alone
Flesh and bone
By the telephone
Lift up the receiver
Ill make you a believer

Take second best
Put me to the test
Things on your chest
You need to confess
I will deliver
You know Im a forgiver

Reach out and touch faith
Reach out and touch faith

Your own personal jesus...

Feeling unknown
And youre all alone
Flesh and bone
By the telephone
Lift up the receiver
Ill make you a believer

I will deliver
You know Im a forgiver

Reach out and touch faith

Your own personal jesus

Reach out and touch faith

domingo, 15 de Abril de 2007

Eis o meu querido NITUCHE:











UM MÊS, UMA SEMANA E DOIS DIAS DEPOIS DE TER VINDO AO MUNDO...




Hoje, mudou-se de malas e bagagens para minha casa :)))))








FOFINHO, não?!




eheh

sábado, 14 de Abril de 2007

Calexico: BLACK HEART.



Spring is frozen now I'm stuck in low
Wrapped with wire, tapped to the heart
Can't find no poison, now I've got no cure
(the) fangs are stuck inside my skin
Payne county line
Watching unjust claims
One man's righteousness is another man's
Long haul, sentence carried out
Long haul, counting the miles
To the four corners of the world
Spring is rusted shut, (faith's) coiled and cracked
Apparitions worth their weight in gold
Scratched in metal, name erodes away
Hands are scarred, heart is charred
Burnt though, and ashen
Trip on fence post line
Sifting through the remains
One man's close pursuit is another man's
Last chance, make it through the divide
Last chance, suffer the weight or get buried by this
Black heart, sweeping over the land
Black heart, crawling its way

Sépia times...















fotos by Lilis



ps: Bom FDS! Divirtam-se e descansem...